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Em análise: Nikon FA

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Em análise: Nikon FA

Para um cenário de guerra ou coisa parecida, levaria sempre comigo uma F2 ou F3… A situação extrema assim o exigiria. Para o dia a dia, Nikon FA, sem margem para dúvidas, que me desculpem os incondicionais da FM2/FE2! Embora seja a primeira considerada profissional e esta uma prosumer (para quem não está familiarizado com o termo, consumidores advertidos ou profissionais de sofá) fazendo dela uma espécie de 2ª opção a tombar para 1ª, a verdade é que a máquina conta muito mais do que parece, embora pareça mesmo aquilo que conta.

Começando pelo início porque no início está sempre o verbo, uma simpática rapariga de beleza muito singular, vendeu-me esta peça de arte por um preço simbólico depois de ambos constatarmos que não rugia, ou rugia pouco! Limpeza e afinação profunda com amor e carinho, de volta os velhos dias tornados novos, rapariga contente por ver sua jóia noutras mãos a brilhar. Ela continua com a sua beleza singular, a rapariga claro, a máquina, parada no tempo, recuperou-a depois de eficaz lifting, contando já no currículo vários rolos consumidos, quando muitos mais se afiguram em futuro próximo…!

A Nikon nunca soube fabricar câmeras más. Mesmo as de baixa gama possuem exigências de qualidade que muitos outros construtores não conseguiram com as melhores. De todos os fabricantes a Nikon foi sem dúvida a que melhor produziu SLR’s 35mm, continuando ainda hoje a serem das mais procuradas pelos aficionados do analógico.

 

A Nikon FA foi a câmera manual mais avançada da Nikon, e fez vibrar fotógrafos em décadas idas, tantos outros atualmente, estes mais do género analoguiens. Com razões para isso. Revolucionou a década de 80 num absurdo e inesperado salto de rã, deixando a concorrência no meio do pó, que para recuperar tiveram de dar sola aos sapatos. O seu inovador sistema TTL de medição de luz, para flash o Cybernetic Override e para luz ambiente o AMPS – Automatic Multi-Pattern System, este conhecido como Matrix Metering, tornaram a FA num prenúncio futurístico, como que acabadinha de chegar do Espaço 1999, abrindo as portas para uma completa revolução na indústria fotográfica.

Foi sem dúvida a última das clássicas na Nikon, e não me refiro ao facto de serem ou não analógicas. Desde que lançou o modelo F em Abril de 1959, a framework do design nunca sofreu alterações, salvo redistribuições de comandos, utilização de distintos materiais e outras preciosidades mecânicas e mais recentemente electrónicas – continuou sendo sempre uma caixa metálica retangular. A Nikon FA é a uma das últimas câmeras a ser construída segundo este padrão, com a particularidade da inclusão de tecnologia electrónica de ponta, a anunciar já nova era. A seguir vieram F4, F-801 e companhia, em que o design futurístico consolidou tendências, corte epistemológico com a tradicional caixa retangular metalizada.

Foi sem margem para dúvidas a mais sofisticada câmera clássica da série F, alguns anos à frente do seu tempo. O seu revolucionário sistema de medição AMPS pode, ainda hoje, e de alguma forma, ser encontrado nas modernas câmeras digitais.

Enquadramento histórico

Repare nestes tempos, tumultuosos q.b. e em plena revolução fotográfica, falo dos anos 80, início dos 90. Andava tudo louco com o auto-focos, a próxima grande coisa. As Point & Shoot já o tinham e a Minolta preparava-se para abrir as hostilidades com a Maxxum 7000 AF (Dynax). Algumas tentativas tímidas já estavam no mercado, mas sem conseguirem afirmar-se… ainda…! As vantagens do plástico marcaram a norma e a motorização integral começou a ser utilizada em catadupa, contagiando todos os fabricantes.

Surge a FA em 1983, estrategicamente colocada entre as F3 e FE2, mas tecnicamente muito mais evoluída que qualquer uma delas. A primeira solidamente implantada no mercado profissional, com uma robustez lendária na linha da F2, a segunda básica na abordagem, herdeira da FE, mas com características técnicas mais evoluídas. Ali no meio foi a FA posicionada, mas mais a apontar para segunda máquina dos meios profissionais, embora piscando o olho aos amadores sofisticados.

 

Uma coisa foi certa, tornou-se na melhor câmera manual da Nikon, não necessariamente a que mais vendeu, e o custo na altura estava situado algures entre a caríssima Nikon F3 e as mais populares FE2/FM2, mais ou menos o equivalente a 1.000€ atuais, uma política estratégica comercial que ainda hoje se verifica nos modelos logo abaixo da linha profissional. Hoje, graças à idade e tecnologia obsoleta (hic…), é facilmente acessível, algo que naqueles idos anos só os bolsos abastados tinham direito. Na casa democrática dos 100€, pode-se adquirir um exemplar em muitas boas condições de funcionamento, e viajar de forma confortável e segura no seu visor aos comandos de botões cuidadosamente colocados à disposição.

Primeiras impressões

O manuseamento da Nikon FA é basicamente idêntico a qualquer outra câmera Nikon, com a particularidade do seu punho opcional consolidar a posição da mão de forma mais confortável. A distribuição dos comandos não poderia ser mais clássica, todos no sítio esperado, desde o tempo da Maria Cachucha, a primeira F.

Sente-se no tacto o desvio para os novos materiais, em voga nos anos 80, tornando a câmara mais plástica, se assim se pode dizer, que as F até então produzidas. Fibra de vidro reforçada no topo e em baixo para este modelo todo negro (existe em cromado, menos agradável esteticamente, mas há quem discorde), sem no entanto deixar de sentir a robustez da câmera. Afinal 650gr de peso, somente corpo, ainda é algum peso, mais ainda se lhe adicionarmos uma AI ou AI-s metalizada, robusta e sólida.

 

Mas gosto da sensação que a máquina me provoca: qualquer coisa entre a tradição F sólida e fiável, com tecnologia de ponta à mistura, plásticos incluídos. O melhor dos dois mundos, portanto. Fotografar com ela é um regalo, muito devido ao seu fantástico e enorme visor (não cobre 100% da imagem) onde cenários renderizados de forma clara e cristalina incitam desesperadamente ao disparo, com o cristal líquido lá dentro a dar sinal de marcha. Somando a isto, o bater suave do espelho, amortizado com maestria, proporciona aquele toque distinto que faz da fotografia um prazer da carne, alimento da alma.

Mas mais importante e acima de tudo, é olhar para uma tira de 35mm e verificar que estão todos os frames expostos como devem estar, sem nos preocuparmos tanto com fugas aos parâmetros…! A máquina, com o seu fantástico sistema Matrix, controla magistralmente toda a luz que lhe bate no filme, e dificilmente um diapositivo sai fora da margem do erro, salvo evidentemente aquelas cenas muito complicadas, que nem mesmo as digitais modernas resolvem sem suar as estopinhas.

E o toque daquele tom negro, dá-lhe um ar misterioso e sofisticado, distinto e exótico, parecendo capaz de funcionar de forma autónoma, sem precisar das mãos de um fotógrafo embevecido para lhe dar uso. Ainda bem que não é assim, porque uso quero ser eu a dar…

Em detalhe

Antes de viajar pelos detalhes da câmera, existe um aspecto que considero uma grave deficiência para uma máquina projectada para tão altos vôos: a falta de memorização da exposição. Até a Nikon FE tem uma alavanca dedicada a esta função que eu considero um dos requisitos indispensáveis, seja qual for a máquina. Esta é a única falha grave que me apercebo nesta câmera. Mesmo tendo em conta que o sistema de exposição é dos mais fiáveis, não tem desculpa! Botão de memorização de exposição é uma função obrigatória. Se ainda hoje fosse construída, com a minha influencia planetária haveria de exigir à Nikon tal comando na máquina, sob força de boicote: não saem mais bananas da Madeira para o Japão, enquanto tal comando não estiver disponível…!

Diria que a Nikon pegou no conceito e características da FM2 e levou-a a outro nível. Manteve o sistema vencedor de velocidades desta (até 1/4000 com sincronização flash a 1/250) assim como o obturador de Titânio em favo de mel, e adicionou-lhe um CPU de alta tecnologia capaz de controlar a luz (sistema AMP) e os modos (totalmente) automáticos de forma brilhante, introduzindo pelo caminho um LCD no interior do visor. Hoje absolutamente redundantes estas características, na altura um salto tecnológico verdadeiramente impressionante.

 

O coração da máquina vive do seu sistema de análise da luz, o cibernético Automatic Multi-Pattern Matrix Metring, coisa futurística portanto. Divido em 5 quadrantes, 4 nas esquinas e 1 ao centro, ocupando todo o visor, a análise da luz tem em conta as diferenças de intensidade e contraste desta, e um poderoso algoritmo interpreta a cena escolhendo a melhor combinação possível. Resultado, diapositivos consistentes e bem expostos com margem de erro reduzida, uma mais valia bem vinda não só por fotógrafos pouco dados a cálculos, mas também por outros fartos desses cálculos. E eu que o diga… Assim que levantei o meu 1º rolo do laboratório, por acaso um inesperado Ilford XP2 Super 400 ISO (um review completo vem a caminho), a uniformidade da exposição foi a primeira coisa que me chamou a atenção. E que coisa mais linda, ver uma tira bem exposta de norte a sul…! Abençoada Nikon FA.

Mas se tiver farto de imagens consecutivamente bem expostas – isto pode cansar bué almas criativas – carregue naquele botãozinho logo abaixo do temporizador e entra em modo ponderado ao centro. Fácil…! Mais fácil ainda, rodar o botão que ele fica preso, e este modo forever… Fica com uma FE2 mais sofisticada, mas acho que não vale a pena. De notar que o Matrix Metering não funciona no modo manual (M), e com lentes pré-AI ou AI. Aliás, as lentes AI-S lançadas em 1981, e isto dizem as boas línguas conhecedoras destes assuntos, entraram em produção a antecipar compatibilidade com novas tecnologias que equipariam a FA e a F4. Bem visto…!

 

O selector de modos é bastante prático e acessível, apresentando uma disposição clássica através de um selector na base da roda de velocidades. E estes modos são os 4 essenciais: Programa (P), Prioridade à Abertura (AE), Prioridade à Velocidad (S) e Manual (M). Francamente, nem são precisos mais. Não me lembro sequer alguma vez utilizar o modo P nas minhas câmeras digitais, muito menos aqueles P’s dentro dos P’s. Mas este P da Nikon FA tem uma característica interessante: com objectivas abaixo de 135mm, funciona em modo normal, um balanço adequado entre velocidade e abertura; focais iguais ou superiores aquele valor, uma espécie de prioridade à velocidade entra em ação, tentando compensar imagens tremidas. A Nikon chamou a isto High-Speed program, bastante apropriado e criativo, no mínimo, mas adequado em fotografia sem tripé. Funciona somente em lentes posteriores a 1981, ou seja, AI-S, Serie E e todas AF Nikkor.

A compensação da exposição encontra-se do outro lado, mas até agora nem preciso foi. Na realidade creio estar presente mais pela necessidade comercial (a ausência seria notada e seriamente criticada) do que pela necessidade, pois o sistema Matrix comporta-se de tal modo preciso, que é necessário alguma experiência em campo para saber como compensar algumas situações de luz.

 

Por último, o LCD interno. Nada de especial, é verdade… Agora, não é verdade? Porque com o avanço tecnológico soa a coisa banal, porque na altura, além da inovação e entusiasmo, proporcionou grande conforto como hoje ainda proporciona a quem a estes preciosismo se habituou. Consoante o modo escolhido, dá a velocidade ou a abertura, indicando também quando alguma coisa não está bem com um “FEE”, que pode ter várias origens, sendo a posição mínima (ou falta dela) do diafragma em S ou P a mais comum. “Hi” ou “Low” para avisos de excesso ou deficiência de luz, quando ultrapassada os limites da máquina, também aparecem.

E para o caso de não terem reparado, difícil mas possível, a FA é uma câmera electrónica. Sem pilhas não funciona (leva 2 pequenas de 1,5v do género LR44 ou uma grande de lítio 3v). Embora seja bastante eficiente e tenham uma longevidade considerável, o melhor mesmo é ter um par delas na mala, não vá o pior acontecer. Mas caso isto suceda e estiver no meio de nenhures, pode sempre utilizar a sua velocidade mecânica de 1/250 ou a posição B, que não requerem qualquer tipo de empurrão para funcionarem. São puramente mecânicas estas posições. Gosto disto, pois é sempre um recurso valioso.

 

De notar ainda o bloqueio do visor com umas agradáveis lâminas vermelhas, para utilização em baixas velocidades, e a subida do espelho na utilização do temporizador, caso seja necessário reduzir ainda mais a vibração, que por sinal é virtualmente ausente, de acordo com informação original da Nikon. Não esquecer o clássico botão das múltiplas exposições, que está irritantemente no lugar do costume.

E, claro, a medição TTL com flash, campo no qual a Nikon sempre se mostrou superior à concorrência. A Nikon FA tem 3 células de medição de luz: duas situadas de cada lado da janela do visor, tanto para o sistema AMP como para a medição ponderada ao centro, e outra, para o sistema TTL de medição da luz de flash, na base da caixa do espelho, a apontar para o filme. Com a utilização de um flash dedicado, como por exemplo o SB-16, esta célula mede a quantidade de luz que atinge o plano do filme e o microcomputador associado regula a quantidade de luz necessária, resultando quase sempre em imagens bem expostas. Em P, A ou S, esta sincronização é efectuada a 1/250, uma vantagem para congelar movimento ou preenchimento em luz de dia. Em M dispara à velocidade pretendida, sempre que esta for abaixo daquele valor. Caso o selector esteja acima, automaticamente a máquina coloca no pico da sincronização, ou seja 1/250. No visor um LED vermelho acende indicando que o flash se encontra na sapata e pronto a disparar, ou pisca se a luz for insuficiente. A câmera tem um terminal PC caso se pretenda utilizar luzes de estúdio ou com flash em modo M ou A. A utilização TTL fora da câmera requer cabos especialmente desenhados.

A concorrência

A concorrência ficou bastante aquém de apresentar um modelo capaz de concorrer com a Nikon FA. Até mesmo com a FE2/FM2, seja na robustez ou fiabilidade, como nas características básicas e essenciais. Canon A1 ou Minolta X-700? Não me parece… Demasiado plástico e especificações bastante aquém para modelos topo de gama, exagero da electrónica em detrimento da solidez de construção. Olympus OM2n? O mesmo em relação às anteriores, embora a solidez da câmera aparentemente seja a elas superior. Pentax? Nada parecido sequer. A LX foi projectada para outros territórios.

 

Talvez a Contax RTS II, lançada antes da Nikon FA, se tenha aproximado deste conceito, mais robusta com certeza, mas menos desenvolvida tecnologicamente. Seria a serie S da Contax, lançada 9 anos depois da FA, primeiro com o modelo ST, depois os modelos S2/S2b, a proporcionar uma forte alternativa à Nikon, dentro do mesmo conceito de câmaras, embora estas estivessem vocacionadas para utilizadores de vocação mais profissional. Mas mesmo assim, não se encontravam à altura da FA no que toca a tecnologia de ponta, embora estas câmeras se apresentassem elas também bastante robustas e fiáveis. No entanto, já a FA tinha deixado a linha de produção, e quem dava cartas era a FM3a, câmera a que voltarei um dia destes para dela vos dar detalhes que, quanto a mim, foi uma das melhores câmeras clássicas jamais fabricadas.

Conclusão entre altos e (poucos) baixos

Ou seja, colocar em P, apontar, focar e disparar sem preocupações. Ou então, colocar em S ou A e escolher o melhor parâmetro, velocidade ou abertura. Ou ainda controlar tudo na maior das calmas utilizando o modo M. O Matrix Metring toma conta da exposição, é claro. Excesso de luz e tem 1/4000 de velocidade, falta dela e pode até utilizar B sem derrame de bateria. É preciso mais alguma coisa?

Entre a sobriedade das mecânicas puras dos anos 60/70 e a complexidade das electrónicas dos anos 90, considero esta a câmera ideal para o fotógrafo descomplexado, que não faz da necessidade de uma câmera mecânica o sine qua non da fotografia, ou do último grito electrónico a necessária sofisticação para uma fotografia vulgar.

 

Considero o equilíbrio da utilização dos materiais na construção do corpo um aspecto bastante positivo, algo que parece um contra-senso para quem aprecia solidez mecânica. Mas o que é certo é que é robusta, de uma espécie nova, talvez de uma robustez flexível e adaptável às mãos do fotógrafo. Adiciono a isto um obturador preciso com velocidades e sincronização elevadas e a leitura de luz do seu sistema Matrix eficaz e precisa, como outros aspectos vencedores, que tornam a câmera polivalente e eficaz em praticamente todas as situações. Junta-se um vasto arsenal de lentes e acessórios, e o mundo nunca mais acaba…! Nikon no seu melhor.

Menos positivo é a ausência de um dispositivo de memorização de exposição, algo inconcebível a este nível. Estava a ver se me lembrava de mais alguma coisa nesta pausa para café que agora fiz, mas nem por isso…! É uma câmera que torna a fotografia um verdadeiro prazer, e o acto de fotografar um vício. Encaixa como uma luva na mão, é agradável ao toque, precisa que nem um relógio suíço, comandos e selectores à mão no sítio certo, design simples e sóbrio. E considerando ainda que tem tudo o que necessito, resumo esta câmera a única palavra: soberba.

 

Características técnicas

Tipo de câmera: reflex de lente simples
Filme: filme 135, 24x36mm
Marca: Nikon
Modelo: FA
Ano de fabrico: 1983
Corpo: metalizado com cobertura e base em fibra plástica.
Baioneta: baioneta Nikon, com Indexação de abertura máxima. Lentes AI-S e AI.
Isolamento às intempéries: não
Visor: prisma fixo, 0.8x aumento, 93º cobertura, cortina ocular, ajuste de dioptrias 1+-0.5pt mediante mudança de despolido
Célula: 2 diodos de Silício (SPD’s) para leitura de padrão múltiplo ou ponderada ao centro. Selecção da medição mediante botão de controle.
Obturador: controlado electronicamente com cortinas de verticais de Titânio no plano focal
Velocidades do obturador: de 1 a 1/4000 em modos automáticos (exceção modo S). M250 e B disparam mecanicamente.
Modos de disparo: via comando no selector das velocidades, Programa (P), Prioridade à Abertura (A), Prioridade à Velocidade (S) e Manual (M).
Sensibilidade filme: 12 a 4000 ASA/ISO
Compensação de exposição: ±2EVs em incrementos de 1/3. LED vermelho acende no visor.
Temporizador: sim, de 8s a 14s. Sobe o espelho quando activo.
Multipla exposição: sim, via comando.
Profundidade de campo: sim, via comando.
Sincronização flash: 1/250 ou abaixo em M. Sapata e terminal PC de sincronização externa
Bateria: 1 unidade 3v de Lítio, ou duas de óxido de prata de 1,55v ou ainda duas alcalinas de 1,5v do género LR44. A utilização opcional do motor MD-15 alimenta a câmera sobrepondo-se às baterias desta.
Peso: aproximadamente 650gr (sem bateria)
Dimensões: aprox.  142.5mm largura x 92mm altura x 64.5mm profundidade
Outras características: Informação no visor: LED vermelho flash pronto, painel LCD de 7 segmentos e 4 dígitos, ADR janela visualização aberturas, compensação de exposição acende quando activa. Premindo o disparador levemente, activa a câmera, e premindo até ao fim activa o disparo. Alavanca de avanço do filme bloqueia disparador quando fechado. Contador de exposições aditivo de 1 a 36; antes de chegar a 1, ao carregar o filme, dispara sempre a 1/250 e o LCD no visor mostra C250 nos modos P, A e S, MC250 em modo M. Costas da câmera disponível, assim como punho de mão. Vasto arsenal de lentes AI, AI-S, AF, AF-D e acessórios da Nikon.


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